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sábado, 15 de novembro de 2014

Nota de esclarecimento

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Esclarecemos aos Professores que o reajuste de Outubro foi de menos de 3%, Para que com o reajuste de Dezembro dê exatamente os 7% combinados na mesa de Negociação. Esclarecemos também que em reunião com os Gestores na GRE, funcionário da SEDUC disse que os valores que estão sendo cobrados do Imposto de Renda, refere-se ao pagamento do IR de 2013, que não foi cobrado no recebimento do bônus. Esta informação ainda não foi confirmada pela direção do SINTEPE.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Vitória Consagradora das chapas Educação e Luta e SINTEPE na luta em Garanhuns

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Morre o poeta Manoel de Barros. Um dos maiores autores de nossa língua

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13/11/2014 12:40
Por Redação, com ABr - de Brasília

Manoel de Barros começou a esboçar os primeiros poemas aos 13 anos

Manoel de Barros começou a esboçar os primeiros poemas aos 13 anos

O poeta Manoel de Barros morreu nesta quinta-feira, em Campo Grande. Considerado um dos maiores autores da língua portuguesa, ele estava internado desde o último dia 24, no Hospital Proncor, da capital sul-mato-grossense, devido a uma obstrução intestinal. Segundo a assessoria do hospital, o poeta faleceu às 8h05, devido à falência múltipla de órgãos.

Conhecido pela linguagem coloquial, à qual chamava de idioleto manoelês archaico, e por buscar inspiração nos temas mais simples e banais, Barros dizia ser possível resumir sua trajetória de vida em poucas linhas. “Nasci em Cuiabá (à época, 1916, dezembro. Me criei no Pantanal de Corumbá (MS). Só dei trabalho e angústias pra meus pais. Morei de mendigo e pária em todos os lugares da Bolívia e do Peru. Morei nos lugares mais decadentes por gosto de imitar os lagartos e as pedras. Publiquei dez livros até hoje. Não acredito em nenhum. Me procurei a vida inteira e não me achei, pelo que fui salvo. Sou fazendeiro e criador de gado. Não fui pra sarjeta porque herdei. Gosto de ler e de ouvir música, especialmente Brahms. Estou na categoria de sofrer do moral, porque só faço poesia”, escreveu o autor.

Barros começou a esboçar seus primeiros poemas aos 13 anos de idade. Seu primeiro livro, intitulado Poemas, foi publicado em 1937, quando o autor tinha 21 anos. Pouco afeito à política partidária, chegou a integrar o Partido Comunista Brasileiro, mas por pouco tempo. Desde a década de 1950, conciliava a literatura com a gestão da fazenda que herdou dos pais.

Perfeccionista, conquistou os prêmios literários Jabuti (1989 e 2002); Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) (2004); Nestlé (1997 e 2006); Alfonso Guimarães da Biblioteca Nacional (1996) e Nacional de Literatura, concedido pelo Ministério da Cultura ao conjunto de sua obra, em 1998. Em 2000, foi agraciado com o Prêmio Academia Brasileira de Letras, pelo livro Exercício de Ser Criança.

Os governos de Mato Grosso – onde o poeta nasceu, e do Mato Grosso do Sul – onde Barros vivia, decretaram luto oficial de três dias. Em nota, o governador sul-mato-grossense, André Puccinelli, diz que a obra de Barros divulgou as belezas e as potencialidades do estado, “enriquecendo assim, a história da literatura e a cultura do local que ele escolheu para viver ao lado de sua esposa.”

Também em nota, o Ministério da Cultura lamentou a morte do poeta e manifestou solidariedade aos parentes, amigos e leitores de Barros. “Simples, de poesia delicada e repleta de seu imaginário pantaneiro, Manoel de Barros jamais será esquecido – ao contrário do que dizem estes seus versos: “Quando o mundo abandonar o meu olho. Quando o meu olho furado de beleza for esquecido pelo mundo. Que hei de fazer.”

Nas redes sociais, o diretor da Fundação Manoel de Barros, Marcos Henrique Marques, comentou que toda a equipe da instituição está triste, mas continuará a honrar e divulgar a obra do poeta. “O homem Manoel de Barros foi finito como todos nós, mas o poeta e suas obras – pautadas em seu belo sorriso, simplicidade, amor e criatividade, vão permanecer para sempre, gerações após gerações”.

Barros costumava brincar com a importância da poesia: “Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas se não desejo contar nada, faço poesia”. Trechos de seus poemas são frequentemente citados pela perspicácia e bom humor. Desde que foi internado, dois versos, em particular, estão sendo bastante citados na mídia e em redes sociais: “Não preciso do fim para chegar” e “Do lugar onde estou já fui embora”, ambos da obra Livro Sobre Nada, de 1996.

Fonte: Correio do Brasil

http://correiodobrasil.com.br/noticias/brasil/morre-o-poeta-manoel-de-barros-em-campo-grande/739779/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20141114

 

Veja como foi o 1º dia do Julgamento dos Canibais.

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Após dez horas de julgamento, chegou ao fim o primeiro dia de audiência do trio acusado de matar, esquartejar, ocultar o cadáver e praticar canibalismo contra a adolescente Jéssica Camila, em Olinda, há seis anos. A filha da vítima, que estava em poder dos três, na época com dois anos, também teria comido a carne da própria mãe. Nesta quinta-feira (13), pela primeira vez, os acusados conhecidos como 'Canibais de Garanhuns' quebraram o silêncio e se pronunciaram sobre os crimes. O professor de educação física Jorge Beltrão, 53, confessou ter matado a vítima. Por sua vez, as outras acusadas, Isabel Pires, 53, e Bruna Silva, 24, admitiram auxiliar na ocultação do cadáver e apontaram o réu como líder do grupo. A sessão será retomada nesta sexta (14), às 9h.
O julgamento acontece no Fórum de Olinda e é presidido pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima. O trio começou a ser investigado em 2012, após a descoberta de restos mortais na residência onde eles viviam, em Garanhuns, no Agreste - município onde ocorreram outros dois crimes pelos quais o trio ainda não foi julgado. Na época, à polícia, os três acusados disseram ter cometido os assassinatos porque faziam parte de uma seita conhecida como "Cartel". Ainda disseram que carne humana teria sido usada para a fabricação de empadas e coxinhas que eram vendidas na cidade. O trio responde por homicídio quadruplamente qualificado - por motivo fútil, com emprego de meio cruel, sem dar chance de defesa à vítima e para assegurar impunidade -, ocultação de cadáver, entre outros.
Ainda nesta quinta, foram ouvidas as testemunhas e os réus. Terminada a fase de depoimentos, terão início, nesta sexta, os debates, que podem durar até nove horas. Ao fim dessa etapa, os jurados, em sala reservada, responderão aos questionamentos que definirão se os réus serão condenados ou absolvidos. Por último, a magistrada retorna ao salão do júri para ler a sentença.
A defesa insiste na tese de que eles apresentam distúrbios mentais, no entanto, o laudo psiquiátrico solicitado apresentou resultado contrário. De acordo com a promotora Eliana Gaia, os três são lúcidos. "Eles foram submetidos a exames psiquiátricos. Jorge é inteligente e manipulador e inventou sofrer de esquizofrenia paranoide (doença que causa alucinações de vozes e delírios de perseguição). Ele tem uma maldade incomum", declarou. Por sua vez, a defensora Tereza Joacy disse que Jorge estaria tomando medicações que o levavam a ter os sintomas da esquizofrenia. "Ele não tinha a doença, mas apresentava os sintomas causados pelas drogas", explicou. O advogado de defesa Paulo Sales se baseou na tese de exclusão de culpabilidade alegando que Isabel Pires teria praticado o  crime sob coação.
O júri popular atrai a atenção da sociedade, inclusive, de importantes nomes da criminologia do país. Atenta ao caso há dois anos, a pesquisadora e escritora Ilana Casoy esteve na primeira fila da audiência. Reconhecida internacionalmente pelas consultorias que presta para a polícia, ela já chegou a entrevistar o trio. A especialista confirmou que fará um documentário sobre o caso. Ela tem quatro livros publicados, entre eles: O Quinto Mandamento, que narra o assassinato do casal Richthofen, e A Prova é a Testemunha, sobre o caso Nardoni. Outro assento é ocupado pelo jurista José Paulo Cavalcanti Filho, biógrafo de Fernando Pessoa e membro da Comissão Nacional da Verdade.
O julgamento - Testemunhas
Laudo do psiquiatra Lamartine Holanda atesta sanidade dos envolvidos. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
Laudo do psiquiatra Lamartine Holanda atesta sanidade dos envolvidos. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
A primeira testemunha a depor, na manhã desta quinta-feira, foi o psiquiatra Lamartine de Holanda. O especialista foi enfático ao dizer que Jorge Beltrão não sofre de transtorno psíquico. "A esquizofrenia é uma forma de rotular algo que não existe. Mesmo assim, das várias formas de se interpretar essa 'doença', nenhuma se aplica ao caso", declarou. A testemunha de acusação trabalhou como perito no caso. O laudo psiquiátrico, solicitado pela defesa, revelou que "os três são independentes e mentalmente sãos".
Em seguida, o delegado Paulo Berenguer, responsável pelo inquérito policial, prestou depoimento. De acordo com o investigador, os três confessaram o crime e cada um tinha uma responsabilidade na ação. "Isabel, por exemplo, cooptou Jéssica. Eles também admitiram o canibalismo. A carne era temperada normalmente pelas acusadas e servida junto com o resto da comida. A idéia era comer a carne purificada da vítima para que a purificação atingisse a todos", acrescentou. Segundo Berenger, Paloma, de Lagoa do Ouro, Maria, de Garanhuns, e Yolanda, de Olinda, seriam as próximas vitimas. "Eles ofereciam empregos de doméstica pagando um valor maior que o do mercado e atraíam as mulheres", esclareceu o delegado.
O julgamento - Acusados

Jorge Beltrão Negro Monte da Silveira

Jorge Beltrão. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press
Jorge Beltrão. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press
Por volta das 13h30, o primeiro acusado começou a prestar depoimento. Jorge Beltrão, apontado como mentor dos crimes, contou - de olhos fechados - os detalhes do esquartejamento, mas negou que a carne humana tivesse sido usada na produção de salgados vendidos em Garanhuns, no Agreste. Além disso, o réu alegou nunca ter sido consultado pelo psiquiatra forense Lamartine de Holanda. Disse tomar remédio controlado e confirmou que a morte de Jéssica estava escrita no livro "Relatos de um Esquizofrênico", de sua autoria.
Ainda durante o depoimento, disse estar arrependido da morte de Jéssica e dos crimes praticados em Garanhuns, mas não quis falar sobre os casos do Agreste. "Foi um momento de extrema fraqueza e me sinto na posição das pessoas que perderam seus entes queridos. Minha verdadeira prisão é minha consciência. Meus colegas de cela ficam agoniados quando estou sem remédio porque dizem que eu fico nervoso, agitado.  Mas eu não lembro disso. Essa depressão é por causa das vítimas", disse. 
Quando questionado sobre quantas pessoas tinha matado, foi categórico ao dizer que foram "só as três". Sobre a seita 'Cartel', disse que a criou há muito tempo, mas não havia atividade. "Cheguei a fazer doações para ONGs e umas três ou quatro famílias. Fazíamos doações de alimentos e denominamos de Cartel. Foi quando resolvi fazer esse trabalho com Bel e Bruna". E terminou o depoimento pedindo para rezar.
"Pai celeste, em nome do seu filho Jesus, obrigado pela oportunidade de falar a verdade. De estar aqui pagando por algo que fiz. Também gostaria de pedir consolo para as famílias que perderam seu parentes e também por Bel e por Bruna".

Isabel Cristina Pires da Silveira
Isabel Pires. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
Isabel Pires. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
A primeira das mulheres a se pronunciar foi Isabel Pires e o depoimento durou aproximadamente duas horas. A acusada disse não ter participado da morte de Jéssica. "A conheci porque estava querendo um filho para criar e fiquei comovida com a menina (filha da vítima), que estava desnutrida", contou. "Entendo que ajudei na ocultação do cadáver, mas não estava na hora do esquartejamento. Eu subi, fiquei com a criança. Quem esquartejou foi só o Jorge". E detalhou a execução. "A Bruna pegou a faca das minhas mãos e entregou ao Jorge para que ele a matasse. Eu estava segurando a pequena. Fiquei muito nervosa. Ela disse que comeu a carne de Jéssica grelhada com arroz. A criança também comeu. Ela estava lá com a gente, estava fazendo parte da família".
No depoimento, justificou o silêncio diante dos crimes do marido. "Sou dependente emocional de Jorge. Fiquei calada com medo de que ele me deixasse", confessou. Isabel Pires confirmou que também se alimentou da carne de Jéssica, mas negou os salgados. "A parte da coxinha não era verdade. Eu a inventei porque estava com medo de apanhar na delegacia e queria ir para o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP) com eles", disse. Segundo ela, Bruna Silva, a outra acusada, ligava para as vítimas, mas Jorge Beltrão era o responsável pela seleção. "Havia uma outra pessoa a ser executada. Porque o Jorge tinha esse negocio de Cartel. Mas antes de Jéssica não teve morte alguma", salientou. "Os objetivos eram purificação, cuidar das pessoas, procurar aquelas que tinham problemas, não trabalhavam e não tinham objetivo", concluiu a ré.
Bruna Cristina de Oliveira da Silva
Bruna Silva. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press
Bruna Silva. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A Press
De acordo com a acusada, Jéssica foi escolhida por ser uma menina de rua, mas havia outra pessoa para ser levada. "Uma tal de Jandira, outra moradora de rua que tinha 20 anos. A gente ia sequestrar a criança, mas não tínhamos condições de pagar pelo registro. Por isso, decidimos pegar a Jéssica, que era mais nova e mais humilde. Era uma presa mais fácil". Além disso, Isabel a teria escolhido porque Bruna poderia se passar por ela. A criança acabou sendo registrada duas vezes. Ao detalhar a morte da adolescente, a ré também alegou não ter participado do esquartejamento.
"Por medo, por ameaça do meu pai, tive que fugir de casa e não dei qualquer noticia para a minha mãe durante sete anos. Eu fiquei apavorada. Nunca vi isso nem em filme. Jogos Mortais perdia. Minha Nossa Senhora, tremi tanto. Eu e Isabel limpamos tudo e pegamos os restos mortais. O Jorge cavou quatro buracos", explicou. A acusada, no entanto, diferente da outra ré, disse que a menina não comeu a carne da própria mãe. "Eu comi porque o Jorge disse que na Bíblia estava escrito que se matasse tinha que comer. Mas eu revirei a Bíblia toda e não achei isso", debochou.
Segundo ela, o comportamento do acusado mudou com o passar do tempo. "No começo de tudo, o Jorge parecia ser um homem normal, mas ao conviver com ele fui começando a ver as bipolaridades mentais", destacou. Ao ser questionada sobre a sanidade dele pela promotoria, não hesitou. "Normal ele não é".
O sarcasmo da acusada durante as resposta levou Eliana Gaia a pedir seriedade e a perguntar o porquê dela rir pelo canto da boca ao lembrar o caso. "Eram eles que me mandavam fazer as coisas. Eu só tinha que fazer. Crime de falsidade ideológica e participar de homicídio. Tudo ideia deles", tangenciou. Para a defesa, Bruna Silva disse que Jorge Beltrão era o líder do Cartel, embora, em depoimento, o acusado tenha dito que não existia líder na seita. "Hoje eu sou uma pessoa que tem que pagar pelo que fez, pelas coisas que eu encobri. Gostaria de pedir perdão a Seu Emanuel, pai de Jéssica, apesar de eu não conhecê-lo", concluiu.
Perfil dos acusados e das vítimas que confessaram ter matado

Os réus

Isabel Cristina Pires da Silveira
Dona de casa - alega sofrer de esquizofrenia
Casada com Jorge Beltrão há mais de 30 anos
Confessou à polícia a morte de oito pessoas
Cozinhava a carne para alimentar o trio e rechear salgados vendidos em Garanhuns
Está na Colônia Penal Feminina de Buíque
Jéssica Camila. Foto: Alice Souza/DP/D.A Press
Jéssica Camila. Foto: Alice Souza/DP/D.A Press
Jorge Beltrão Negromonte da Silveira
Faixa preta de karatê, professor de educação física
Confessou a execução de Jéssica e mais duas mulheres
Responsável por cortar a cabeça das vítimas, esquartejar os corpos e retirar as carnes
Escreveu o livro Revelações de um Esquizofrênico, com detalhes dos crimes
Está no Complexo Prisional do Curado
Bruna Cristina de Oliveira da Silva
Na adolescência, conheceu os outros suspeitos e passou a viver com eles
Mantinha relacionamento amoroso com Jorge
Era responsável por levar as vítimas para a residência
Ajudava a imobilizar as mulheres e retirar as carnes dos corpos
Confessou a execução de Jéssica e mais duas mulheres
Está na Colônia Penal Feminina de Buíque

As vítimas oficiais

Olinda
- Jéssica Camila da Silva Pereira, 17 anos
Estava desaparecida desde 2008. Os restos mortais foram encontrados após quatro anos
Garanhuns
- Giselly Helena da Silva, 21 anos, conhecida como "Geisa dos Panfletos"
Estava desaparecida desde o dia 25 de fevereiro de 2012
- Alexandra da Silva Falcão, 20 anos
Estava desaparecida desde o dia 12 de março de 2012

FONTE: Diário de Pernambuco



quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Eleições – Regional Agreste Meridional

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As eleições na Regional Agreste Meridional foram em total harmonia, não ocorrendo nenhum incidente.Agradecemos a todos os (as) Companheiros(as) que participaram, efetivamente deste momento democrático. Abaixo quadro com Número de votantes e fotos dos fiscais e mesários.

votantes

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Novas tabelas- Professores Graduados- Outubro de 2014

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tabela

Em  Dezembro teremos mais 4% e em Janeiro o  reajuste do piso a definir.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Eleições SINTEPE – Triênio 2014- 2017 – Chapa 1

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Nos dias 12 e 13 de Novembro, teremos as eleições do SINTEPE- Sindicato dos Trabalhadores em Educação. As eleições serão para a Diretoria Estadual, Núcleos Regionais, Núcleos Municipais e Setoriais da Capital Pernambucana. Abaixo informações sobre a Chapa 1 – Estadual.

perfil candidato

 

propostas

sábado, 1 de novembro de 2014

Michel Zaidan Filho: golpismo, regra do jogo e Democracia

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                                                               É preciso ressuscitar Norberto Bobbio para ensinar a esse gente que democracia é uma regra (a da maioria) e que se não se aceita ou acata a regra, não é democrata. Ou Adam Przeworski para dizer que a democracia é o regime da incerteza eleitoral e não um jogo de cartas marcadas, onde já se sabe quem vai ganhar. Será que a democracia que nos convém é aquela que nos garante sempre a vitória, a qualquer custo: ganho ganho, ela é boa. Quando perco, ela é viciada. Razão assiste ao filósofo brasileiro Leandro Konder quando afirma que a tradição política brasileira é o golpismo, a virada de mesa, a conspiração, e não a democracia, o respeito às regras do jogo. Democracia à brasileira é aquela onde a gente sempre vence, custe o que custar.

                                                                      É isso que estamos vendo com a tentativa de uma "3o turno" nas eleições deste ano feita pela oposição derrotada nas último pleito para Presidente da  República. Depois de uma renhida disputa eleitoral, que manteve o resultado na indefinição (slegundo os principais institutos de pesquisas do país), o partido dos derrotados vai se queixar na Justiça de fraude, de vício, de corrupção da verdade eleitoral. Pergunta: por que participou (e legitimou a eleição), por que esperou acabar o 2o turno das eleições, para entrar com um pedido de impedimento da Presidente Dilma, que nem sequer tomou posse do seu segundo mandato.

                                                                       Afinal, qual é o papel  constitucional  da oposição? - É derrubar ou conspirar ou torcer para a gestão do vencedor dê errado? - Ou se capacitar para fiscalizar, propor leis de interesse público, realizar críticas construtivas em benefício da República brasileira? - Uma oposição democrática e republicana sabe que mesmo perdendo a eleição, tem muito a ensinar aos vencedores de turno. Uma oposição programática, que apresente teses, princípios e orientações pode e deve dialogar com o governo, com os representantes do governo no Parlamento, pois o principal beneficiado  com o debate de idéias é a nação, é o povo brasileiro. Se tem idéias diferentes sobre a política econômica, sobre câmbio, juros, contas públicas, política industrial, comércio exterior etc. Que diga, que apresente ou discuta no Congresso. Um governo sensato tem de se abrir ao debate à saudável troca de idéias, quando vem em prol da população brasileira. Um governo não governa apenas para os seus (como parece ser a oligarquia pernambucana), nem a  oposição deixa de ter razão, por que perdeu a eleição. Tem de haver um meio termo onde uns e outros possam dialogar em benefício do país.

                                                                       Apostar, em toda linha, no caos, na ingovernabilidade, na crise institucional (e bater nas portas dos quartéis) é o oposto de uma cultura política democrática. É golpismo, puro golpismo. Para esses, vale o adjetivo: democratas de ocasião.

Michel Zaidan, Garanhuense  é filósofo, historiador, cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco.

Fonte: blog do Jolugue

http://blogdojolugue.blogspot.com.br/2014/11/michel-zaidan-filho-golpismo-regras-de.html?spref=fb

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O novo livro do Prof. Michel Zaidan reúne uma série de artigos analisando a era eduardiana em Pernambuco, enfocando aspectos relativos à saúde, educação, mobilidade, meio-ambiente, política fiscal, segurança pública, relações políticas, entre outros assuntos. O livro custa R$ 30,00 e pode ser adquirido, com o autor, na Pós-Graduação de Direito, na Rua do Hospício ou no NEEPD, 14º andar do CFCH/UFPE

Feridos e Vítima fatal em acidentes no Bairro do Magano

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Hoje pela manda aconteceu um grave acidente na Avenida Sátiro Ivo (antiga Rua da Areia), onde um Idoso, conhecido Por Zezé da COHAB I, perdeu o controle do seu veículo atropelando uma motociclista e atingindo em cheio um poste. Logo foram socorridos pelo SAMU.
Veja o video:




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Outro acidente na Madrugada do Sábado vitimou o  jovem Carlos André Dias Ferreira, de 28 anos morreu vítima de acidente na madrugada deste sábado (1) no bairro do Magano em Garanhuns, pilotava uma moto de placa KMB-3552, e na Rua Julião Cavalcante, perdeu o controle ao se chocar com entulhos e bateu no muro da Escola Francisco Madeiros, com a violência da batida o rapaz teve morte imediata. Uma testemunha informou a polícia que ele havia ingerido bebida alcoólica em um bar próximo do local, a vítima morava no bairro da Cohab III, o corpo após o levantamento cadavérico foi encaminhado para o IML em Caruaru.
 Foto: Agreste Violento
 www.agresteviolento.com.br

 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

SINTEPE Regional comemora dia do Professor/Funcionário Público

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SINTEPdE

Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco

Regional Agreste Meridional - sintepeam@bol.com.br

Fone/fax 3761-2640 www.sintepe.org.br

C O N V I T E

 

O SINTEPE base Regional Agreste Meridional convida os Trabalhadores em Educação para Confraternização do dia dos Professores/Funcionários Públicos. Sua presença muito nos Honrará. Contamos com você.

Data: 31 de Outubro de 2014 – 14 Horas

Local: Restaurante Dona Antônia-Gus

P.S. – As senhas serão entregues, a partir do dia 28 de Outubro, na Regional. Leve seu contracheque.

domingo, 26 de outubro de 2014

Resultados das eleições no Brasil

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Resultado das Eleições

 

Dilma

Aécio

Diferença

Acre

138.922

243.530

104.608

Alagoas

941.286

574.012

367.274

Amapá

227.414

142.664

84.750

Amazonas

1.032.250

555.801

476.449

Bahia

5.059.228

2.151.922

2.907.306

Distrito Federal

580.581

943.275

362.444

Espírito Santo

911.906

1.064.167

152.261

Goiás

1.365.659

1.818.067

452.408

Maranhão

2.475.762

667.517

1.808.245

Minas Gerais

5.979.422

5.428.821

550.601

Mato Grosso S.

590.835

762.233

171.398

Mato Grosso

717.230

864.999

147.769

Pará

2.103.829

1.560.470

543.359

Paraíba

1.380.988

767.916

613.072

Pernambuco

3.438.165

1.459.266

1.978.899

Piauí

1.385.096

383.884

1.001.212

Paraná

2.408.740

3.765.025

1.356.285

Rio de Janeiro

4.408.183

3.681.088

767.652

Rio Grande N.

1.201.576

516.011

685.565

Rondônia

364.065

442.349

78.284

Roraíma

97.329

139.477

42.148

Rio Grande S.

2.997.360

3.452.455

455.095

Santa Catarina

1.353.808

2.469.079

1.115.271

Sergipe

772.253

380.222

392.031

São Paulo

8.488.383

15.296.289

6.807.906

Tocantins

428.276

291.712

136.564

Brasil

54.499.901

51.041.10

3.458.891

Garanhuns

55.149

12.672

42.477

Garanhuense repudia Preconceito.

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A Odontóloga Rennata Amorim, irmã da Cantora Andrea Amorim, postou no seu face um repúdio ao preconceito contra os Nordestinos. Veja o Texto abaixo
“Embora tenha minha posição política bem fundamentada, evitei durante todo esse processo eleitoral esboçá-la. Até porque, diante de tantos posicionamentos extremistas, percebi que seria perda de tempo, de saúde e principalmente de amizades. Ok! Chegamos, enfim, ao final de mais uma eleição presidencial. Dilma ganhou! Pela força do povo nordestino sim, mas também pela força do povo mineiro, e de tantos outros estados que de uma forma ou de outra, uns mais outros menos, contribuíram para que assim o resultado final fosse apresentado. Acho desnecessário, absurdo e cruel o tipo de preconceito esboçado mais uma vez a nós, nordestinos. Cada cidadão tem o direito SIM de votar no candidato que julgar ser o melhor e o mais produtivo para o seu país. Independente da escolha de cada um, respeitemo-nos uns aos outros, sem julgamentos.Todos nós temos nossas convicções, nossas ideologias, nossos sonhos, nossas lutas diárias... Façamos jus a nossa tão sonhada e hoje palpável democracia.Bom mandato Dilma Rousseff!!!” Renata Amorim – Odontóloga.(Irmã de Andrea Amorim, filha do meu amigo Márcio e Professora Núbia).
Por outro lado outra garanhuense, postou a seguinte pérola:
“O NORDESTE AGORA MOSTROU PARA O SUL QUE REALMENTE EXISTE DIFERENÇA INTELECTUAL…ADORAMOS ESMOLA AO INVÉS DE RESPEITO”
Por autorização de Andrea tó postando o texto abaixo.




Resultados das Eleições no Brasil, Pernambuco - Garanhuns

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Brasil

PE 

garanhuns

Garanhuns dá Vitória Consagradora a DILMA

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FOI LAPADA !!!!GARANHUNS

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Homenagem a Poetisa Eliene Menezes

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Maria Eliene Menezes de Oliveira , nasceu em 03 de Agosto de 1954,Funcionária Federal aposentada, exerceu funções na Delegacia da Receita Federal – Ministério da Fazenda, de Caruaru, ocupando o cargo de Técnico do Tsouro Nacional .É Bachaela em Direito pela Faculdade de Direito de Caruaru, tendo concluido o Curso em 1985.

Poetisa, lançou o Espelhar das Palavras seu primeiro livro em 1983.Pertence a Casa da poesia de Caruaru; participou do Concurso de Poesias da ESAF, tendo sido classificada em 3º Lugar a nível Nacional com a Poesia RETRATO (SUA PREFERIDA)

Natural de Caruaru tem uma filha , CINARA DALIANA, nascida em 13 de Fevereiro de 1989.Tem três irmãos Etiene, Edilene e Dionildo.Seu pai (falecido também recentemente) e sua mãe Primitiva(falecida) são oriundos da Zona Rural de São Joaquim do Monte.Deles Eliene recebeu a formação que traz consigo.

Romântica, sincera, extrovertida e também afetiva, é autêntica em tudo que faz ou diz. Muito emotiva , vindo daí, talvez, a origem das poesias, inspiradas ora em momentos de Felicidade, Alegria ou Tristeza , ora de Nostalgia, angústia ou insatisfação.É uma poetisa contemporânea que se apresenta com versos livres não atrelados a métrica ou a rima.

Por Eliene Meneses

eliene

As poesias de Eliene contem algo de doce, de nostálgico, de transcendente, que nos remete ao mais recôndito eu, despertando sentimentos guardados em cofres cujos segredo somente a sensibilidade rica e sincera dos que possuem alma poética podem desvendar.

Mas, a poesia de Eliene também é sensual. A emoção do toque, do vivenciar físico de cada etapa da paixão aparece com nitidez universal na busca ou na idealização do contato, no anseio de um coração ardente pela vinda do amado ou na expressiva Alegria pela presença desse amado, no sonho, na vida, na cama.

Da poesia de Eliene não posso falar sem sonhar, sem levantar os olhos para um horizonte infinito, visível somente dentro de cada um de nós, porque é com as asas do sonho e da emoção que a poesia marca indelevelmente o coração, a mente e o sentir de cada ser.

E a poesia de Eliene marca, forte, o meu coração de irmã, que admira, respeita, sente-se envaidecida e engrandecida com a riqueza poética presente em cada verso grávido de sonho, de emoção, de vida.

Por Maria Etiene de Menezes Oliveira (irmã)

“Eliene Menezes foi a prova INCONTESTE que sempre valerá a pena apostar na Vida e mesmo com as vissicitudes encontradas no caminho jamais devemos desistir dos nossos sonhos. Eliene mulher!!!!Eliene mãe!!!Eliene Guerreira”. Augusto Souto

“Além do meu vô Dionísio, o ano de 2014 resolveu também levar pra longe minha mãe, dona Eliene. Foram nove meses de hospital, entre quarto e UTI, de força e luta que só mesmo Deus é quem poderia explicar. Mamãe era dura na queda, sempre foi. "Desapontou" inúmeras vezes os médicos e seus prognósticos rapidamente fatais. Era um milagre da medicina em forma de uma mulher baixinha e teimosa, que nunca teve papas na língua ou mediu esforços para alcançar seus objetivos e fazer feliz a sua cria. Minha fortaleza e meu conforto, de maior carinho e devoção. Dona Eliene era uma mulher fantástica! Minha mãe, que há sete dias finalmente descansou.” Cinara Daliana, filha Amada.

autogafo eliente

Abaixo exemplos da Poesia  de Eliene

Dedicatória do Livro Apenas Sonho

Para Cinara Daliana

“Minha princesa, a companhia de todas as horas, minha vida, minha paixão, meu pequeno céu, minha flôr, a razão do meu existir- pela vida que se transmite, por sua alegria, pelo sorriso encantador e, acima de tudo, por seu coração puro, humilde e bondoso despojado de malícia e orgulho”.

UM CONVITE
anjo lascivo
de celestial encanto
nobres sentires
e benéficos fluidos
auras de
bondade
ternura
sublimação
protege-me
envolve-me na tua
paz
transporta-me a mundos
infindos
sonhos etéreos
suave
contemplação
abraça-me
norteia-me a vida
torna-me grande
liberta-me o desejo
acolhe-me em teu
seio
seduz-me
lânguida
sensual e
apaixonadamente
faz-me tua
e vem ser meu

In Memorian

        Para Marcos Freyre

Morreste, Marcos!

Um acidente infame

Naquela noite fatídica

Te levou dentre nós

Mas, na minha memória

Na memória de teu povo

Tua imagem habitará

E lermbraremos o teu sorriso afável

E tua voz cálida nos envolverá

E eternamente vivo estarás

Morreste, Marcos!!!

Morte trágica e injusta em Carajás

Baixaste a sepultura

Sob o clamor e agonia do teu Povo.

Morreste, é Verdade,

Mas, ficastes para Sempre,

No coração dos que te amam,

Dos que lutam pela liberdade

Do nosso Povo

No coração deste mesmo Povo,

No meu Coração.

Ainda, felicidade

Há sempre uma ausência,

Um sacrífio selado

Em troca da Felicidade.

Tê-la total, sem trocas,

É-nós de todo impossível.

Nós a buscamos insistentemente

A vida inteira

Sem saber onde

Nem como encontrá-la.

As vezes temos a impressão de alcancá-la

Mas, “não mais que de repente”,

Ela se vai…foram momentos

Maximizando esforços, novamente, sempre

Tentamos, tentando, divisá-la

Mas já passou tanto tempo

E o tempo ensinou

Que ela está em cada um de nós,

Basta que não a busquemos tanto

Na aceitação da vida

Na limitação dos desejos

Na compreensão dos outros

Na satisfação do sexo

Em Amar o Amor,

Na troca de tudo o além disso,

Oh, Felicidade! Tu estás.

“Tive o grande privilégio de conviver com Eliene, ela juntamente com meu pai João Souto foram as pessoas que conheci até este momento de minha existência , que mais demonstraram seu amor pela VIDA.Apesar de todos os dissabores que tiveram , Viver seempre foi o mais  Importante. “